Qualidade de Vida

“Como assegurar o aumento da qualidade de vida dos Açorianos e fomentar a natalidade, promovendo um sistema educativo e de formação gerador de melhores empregos, garantindo a igualdade no acesso à habitação e a cuidados de saúde de excelência? “

O conceito de qualidade de vida, cuja essência é o bem-estar que um indivíduo, aspira ou pode aspirar, atingiu maior importância após ser implementado pela ONU nos seus indicadores estatísticos como forma de comparar todos os países do mundo.

Essa mesma qualidade de vida também pode ser medida por variadíssimos fatores como o acesso aos cuidados de saúde, à educação e formação, o meio ambiente e a natureza, o emprego, a mobilidade, entre outros. 

De facto, para que possamos garantir melhor qualidade de vida no futuro, devemos começar a preocuparmo-nos mais com alguns aspetos não só relacionados com a vida de cada um de nós, como igualmente, com a vida de todos, em comunidade na sua relação, por exemplo, com o meio-ambiente. Assegurar o aumento dessa mesma qualidade de vida dos Açorianos, fomentando, simultaneamente a natalidade, ou promovendo um sistema educativo e de formação gerador de melhores empregos, e garantir a igualdade no acesso à habitação e a melhores cuidados de saúde, são algumas das questões que pretendemos debater para encontrar respostas e propostas a implementar.

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    Isabel Borges
    Julho 5, 2020

    Que dados temos disponíveis sobre este assunto? Para podermos pensar esta questão (que é fundamental) com rigor.

    Do que observo, no exercício da minha profissão (agricultora na Ilha Terceira) existem muitas dificuldades na obtenção de rendimento e fazer face aos custos de vida, sobretudo os impostos. Esta é a minha percepção, mas com certeza um economista saberá apresentar com maior exatidão esses valores e assim podermos averiguar se a minha percepção é certa ou errada.

    Se não combatermos a pobreza e impulsionarmos os empreendedores, nunca se gerará emprego, nem emprego de qualidade; e claro nenhum jovem permanece num território assim, por mais que goste, nem nenhum jovem casal que decida ficar decide ter 2 ou 3 filhos (que é o número necessário para repor a balança demográfica). Com todos os custos que isso implica e energia. Nós temos de pensar de forma diferente. Penso que uma mãe ou um pai deveriam poder escolher ficar em casa e cuidar dos filhos e do lar, sendo remunerados para tal. O trabalho doméstico não devia ser excluído do cálculo do PIB. – Porque razão é assim?

    Sobre os cuidados de saúde. É preciso mais médicos para o cidadão ter opção de escolha. E uma vez que há concorrência entre o privado e o público, criando a injustiça de uma saúde para quem tem recursos e para quem não os tem, porque não criar uma rede, aproveitando essas estruturas, através de protocolos (isentos de burocracia – algo que o cidadão está saturado e insatisfeito) que permita um acesso universal à saúde, com preços ajustados aos rendimentos reais da cada um?

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